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sexta-feira, 26 de julho de 2013

ELAS ADORAM MAS O RESULTADO É PÉSSIMO: VEJA OS PIORES ALIMENTOS PARA CRIANÇAS

Com pouco ou nenhum valor nutricional e componentes que prejudicam a saúde a curto e longo prazo, alguns produtos devem ser descartados do cardápio infantil

Assim que a criança entra na fase de alimentação sólida, a atenção dos pais deve se voltar à qualidade da comida que ela irá ingerir. Refeições nutritivas e saborosas são prioridade no prato dos filhos, e o que não trouxer benefícios à saúde deverá ser descartado da dieta diária. “Em alimentação e nutrição deve-se pensar em saúde e bem-estar e sempre agir de maneira preventiva. A preocupação não deve surgir apenas depois de problemas instalados”, afirma Ana Carolina Terrazzan, nutricionista materno-infantil da Nutrissoma Clínica de Nutrição.
Mas, com a correria do dia a dia, alimentos considerados ruins aparecem no cardápio caseiro quando a pressa fala mais alto do que a qualidade de vida. A nutricionista Karoline Basquerote, especializada em educação alimentar para crianças, explica que “a facilidade do acesso a alimentos prontos para o consumo acaba levando a refeições mais gordurosas e açucaradas e ao consumo de refrigerantes e guloseimas, o que contribui para problemas relacionados à obesidade infantil, por exemplo”.
>> Confira, na galeria abaixo, os dez piores alimentos para as crianças:
HAMBÚRGUER CONGELADO: duas porções da carne vendida congelada levam ao organismo da criança o máximo de gordura trans permitida por dia para um adulto.
  SALSICHA: não tem valor nutricional e quase sempre é feita com carne processada. Além disso, pode possuir nitrito, uma substância altamente cancerígena. Foto: Getty Images

EMPANADO DE FRANGO: quase sempre é preparado com carne processada e não dá à criança as proteínas de que ela precisa e que bifes ou filés proporcionam. Foto: Getty 
  REFRIGERANTE: contém alta concentração de açúcar e sódio, que podem levar à obesidade e a problemas cardíacos. Foto: Getty Images
  SALGADINHO: fonte de calorias vazias e sem valor nutricional algum, deve ser proibido até os três anos de idade por causa do alto teor de sódio e gordura.
  MAIONESE: é fonte quase exclusiva de gordura. Leva muitas calorias e baixíssimo valor nutricional ao corpo da criança.
CEREAL DE CAIXA: com a concentração de açúcar elevada, quase todos os cereais de caixa mais engordam do que nutrem. Não são recomendados para a dieta diária da criança.
MACARRÃO INSTANTÂNEO: juntando massa e tempero, cada embalagem contém alto teor de sódio e de conservantes e nenhuma vitamina.
BOLACHA RECHEADA: não agrega valor nutricional significativo à alimentação da criança, além de carregar gordura saturada e muito açúcar.
SUCO INDUSTRIALIZADO: em pó ou líquidos, tem mais açúcar e corantes do que suco das frutas que mostram nas embalagens.
DO IG SÃO PAULO
IMAGENS: Getty Images

sábado, 6 de julho de 2013

ALIMENTOS ELEVAM INFLAÇAO NO PRIMEIRO SEMESTRE


 
Com peso bastante relevante em todos os índices de inflação ao consumidor, o grupo Alimentação mostrou um comportamento que assustou a população brasileira no primeiro semestre de 2013. A despeito de ter apresentado desaceleração importante em junho em três importantes indicadores do País, a classe de despesa encerrou a primeira metade do ano com variação próxima do dobro da inflação média apurada no período. A boa notícia, de acordo com alguns especialistas, é que o segundo semestre tende a ser melhor para os preços dos alimentos, seja pela sazonalidade favorável ou pela safra de alguns itens.

A principal explicação para esse comportamento dos alimentos foi o clima  dos primeiros meses de 2013 que atrapalhou especialmente a oferta dos chamados itens “in natura”. Caso clássico do ano e capaz de gerar piadas e mobilização nas redes sociais, o tomate subiu 43,80% no IPCA do primeiro semestre; 42,91% no IPC-S; e 50,33% no IPC-Fipe. A batata, no entanto, conseguiu tomar o posto de vilão do ano e subiu muito mais. No IPCA, acumulou elevação de 67,84%. No IPC-S e no IPC-Fipe, subiu 72,80% e 53,66%, respectivamente. A cebola também superou o tomate, com aumento acumulado de 58,88% no IPCA, 62,94% no IPC-S e 48,99% no IPC-Fipe.

O coordenador do IPC-S, Paulo Picchetti, alertou, no entanto, que a causa da alta dos preços dos alimentos na primeira metade de 2013 não pode se restringir apenas ao clima. Reforçou que a “inadequabilidade” da oferta também tem encarecido os preços dos alimentos. “Não há um aumento de oferta compatível com o poder aquisitivo do consumidor nos últimos anos”, disse.

Para o segundo semestre, o cenário parece ser um pouco mais favorável, dizem especialistas. “É sempre arriscado apostar no comportamento dos alimentos, mas o segundo semestre tende ser melhor para os preços do grupo do que o primeiro”, comentou o coordenador do IPC-Fipe, Rafael Costa Lima. Ele lembrou que a probabilidade de menos chuvas no período pode impedir grandes pressões sobre os preços dos alimentos. E citou ainda o preço do feijão, que deve sofrer bom alívio, depois da recente redução no imposto de importação do produto determinada pelo governo federal.

domingo, 19 de maio de 2013

NÃO CONSEGUE CONTROLAR A VONTADE DE COMER? VEJA ALIMENTOS QUE SACIAM

 
 Invista em fibras e alimentos integrais para prolongar a sensação de saciedade


Controlar o impulso de comer é uma, se não a mais difícil tarefa de cumprir quando estamos de dieta. Parece que quanto mais temos de nos controlar, mais fome sentimos. Segundo a terapeuta ortomolecurar Anna Bordini, da Clínica Bertolini, a restrição de doces, típica das dietas para emagrecer, pode piorar este quadro, uma vez que é capaz de aumentar a ansiedade e causar ainda mais fome.

“Ansiedade, estresse, depressão, angústia e tristeza são sentimentos que podem fazer a pessoa comer mais do que deveria. Quando comemos, liberamos a substância serotonina no cérebro, que gera a sensação de bem-estar. Por isso, as pessoas que lidam com estas situações podem acabar consumindo uma grande quantidade de alimentos, colocando qualquer dieta em risco”, explica.

Além do controle emocional, que é importante para evitar deslizes, a especialista indica o consumo de alguns alimentos específicos que ajudam a prolongar a sensação de saciedade. É o caso das fibras, que, quando chegam ao estômago, formam uma espécie de gel que atrasa a digestão, induzindo a pessoa a comer menos e a gastar mais calorias para digeri-las.

O fracionamento das refeições também é essencial para a perda de peso. “O ideal é realizar três refeições por dia intercaladas por pequenos lanches. Quando sente muita fome, a pessoa acaba abusando da quantidade de alimentos em uma única refeição, o que provoca um gasto energético muito grande para o sistema digestivo, causando sonolência e, consequentemente, aumentando a fome”, esclarece Anna.
Alimentos integrais mantêm o sistema digestivo ocupado por mais tempo, prolongando a sensação de saciedade.

Alimentos que saciam

- Pão integral (fuja da farinha branca!)
- Aveia
- Frutas ricas em fibras, como o abacaxi
- Queijo branco e iogurte desnatado (são proteínas magras que exigem uma digestão lenta)
- Arroz integral
- Abóbora (rica em fibras)
- Banana (rica em fibras, ferro, potássio e triptofano, substâncias que dão energia e diminuem a compulsão por comida)
- Damasco (ideal para o lanchinho da tarde)
- Folhas verdes
- Peito de peru (a gordura presente nele estimula o corpo a produzir um hormônio chamado colescistocinina, que corta a gula).
por Marianna Feiteiro
 itodas.uol.com.br