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terça-feira, 25 de junho de 2013

EMATER RN FAZ GREVE ATÉ DIA 28/06


Os servidores da EMATER/RN decidiram em assembleia paralisar as atividades durante cinco dias – de 24 a 28 de junho. A greve acontece em protesto pelo descumprimento de ordem judicial proferida pelos desembargadores do Tribunal de Justiça determinando o pagamento dos 70% do Plano de Carreira, Cargos e Salários – PCCS.

O governo  Rosalba Ciarlini Rosado (DEM) se nega a cumprir as Leis que instituíram os PCCS de 14 categorias de servidores estaduais e não obedece a decisão dos Desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte tomada de forma unânime.
No início da administração, o Governo do Estado firmou acordo por escrito se comprometendo a pagar os 70% dos Planos de Carreira, Cargos e Salários em duas parcelas – uma de 30% em março de 2010 e outra de 40% em junho de 2010.
O governo Rosalba não cumpriu o acordo assinado pelo então secretário chefe do Gabinete Civil, advogado Paulo de Tarso Fernandes e continua afrontando a Lei e a decisão dos desembargadores do Tribunal de Justiça.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

NOVO DIRETOR DA EMATER-RN QUER MUDANÇAS NA ATUAÇÃO DA EMPRESA



O engenheiro-agrônomo Henderson Magalhães Abreu, conhecido como “Major”, que terá sua nomeação para  o cargo de diretor presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (Emater) confirmada até o final desta semana, disse  que pretende atacar como prioridade dos primeiros dias,  a distribuição das 12 mil toneladas de milho doadas emergencialmente pelo Governo Federal e que deverão chegar ao Porto de Natal em data a ser confirmada.

Junto com essa ação, Major quer agregar a distribuição de concentrados protéicos como torta de milho e algodão aos produtores prejudicados pela estiagem para o qual já existe uma verba de R$ 4 milhões e uma estratégia de distribuição já concluída pela Defesa Civil para entrega aos agricultores mais necessitados.

Embora tenha pedido pelo menos 15 dias para estabelecer um programa mais completo de ação para a Emater, Major parecia estar completamente ambientado aos novos desafios.

Com perfil de quem não deixa para amanhã o que pode fazer hoje, Henderson Magalhães (ou Major) disse que uma das questões na sua alça de mira é transformar convênios sem nenhum sentido para a realidade de seca – como, por exemplo, os cursos para ensinar o método para inseminação artificial a agricultores – em recursos para ações mais urgentes.
“Minha idéia é ir para Brasília propor a conversão de todas essas ações, buscando recursos para atuar numa linha mais prática, como, por exemplo, capacitar mão-de-obra para aumentar a capilaridade da Emater no campo”, resumiu Major.